Acomete principalmente a população de idade mais avançada.
As mulheres sofrem três vezes mais que os homens.
90% das fraturas são causadas pela queda da própria altura, outra causa é por acidente automobilístico.
FATORES DE RISCO: idade avançada, raça branca, osteoporose, história familiar, fumo e uso de álcool, tornam os ossos mais finos e frágeis. Após 50 anos, o risco de fratura dobra a cada década. Após 65 anos de idade, encontramos 90% dos casos
SINAIS E SINTOMAS: a pessoa não consegue andar após uma queda, por não conseguir ficar de pé. Pode apresentar dor na perna, esta pode estar encurtada e rodada.
O que fazer na suspeita de fratura?
→ Procurar um ortopedista para que ele confirme o diagnóstico e indique o tratamento.
Qual é o tratamento?
→ O tratamento é cirúrgico na maioria dos casos, podendo variar de colocação de pinos e parafusos até substituição da articulação com colocação de próteses. Quanto mais tempo o paciente permanece acamado, maiores são as chances de ter complicações como trombose venosa profunda e embolia pulmonar.
Quem se recupera?
→ No máximo 25% dos pacientes se recuperam quase totalmente. Os outros apresentam, normalmente, dor persistente, claudicação (mancar) permanente, alteração do equilíbrio e dificuldade de subir escadas.
→ 30 a 40% não poderão mais viver independentemente.
→ 20% dos pacientes idosos morrem após um ano da lesão, por causa de agravamento de problemas preexistentes do coração, pulmão e rins.
Prevenção das complicações citadas
- exercicios constantes , por mínimos que sejam , para evitar tromboses
- compensar comprimento dos mmii com uso de palmilhas nos calçados
- uso de bengala contralateral ao membro afetado ou muleta canadense ou se for muito limitado , usar andador
- até conseguir independencia , pedir ajuda a familiar ou profissional para recuperar as limitações pós fratura.